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Kino addiction

por mandarina, em 16.04.14

Cinema. Há lá programinha do melhor. Ida ao cinema, claro, em casa também é bom, mas eu adoro ir ao cinema, pagar 6€ ou mais é que já nem tanto mas é um pequeno luxo. E tenho ido várias vezes nos últimos tempos. Ontem foi a vez de ver Grand Hotel Budapeste, e achei o filme fabuloso, bela comédia, muito diferente do género comédia parva Hollywoodesca.

 

Um filme super original, muito bem construído, um Ralph Fiennes extravagante e genial. Ele é, sem dúvida, a peça do filme, que grande papelão.

 

Antes deste vi no cinema Railway Men (Uma longa viagem) com Nicole Kidman e Colin Firth; August Osage County (Um quente Agosto) com Meryl Streep e Julia Roberts; e Philomena com Judi Dench.
Ficaram por ver 12 anos Escravo; Ninfomamíaca; The Wolf of Wall Street; Dallas Buyers Club e Golpada Americana, entre outros que estão na minha lista.
Nota: Só lamento ser permitido comer nos cinemas, principalmente pipocas. Som irritante.

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O amor num futuro próximo

por mandarina, em 19.02.14

Próximo a não perder na minha lista, provavelmente programa de sexta-feira à noite, cineminha .-. do bom, pelo menos a julgar pelas críticas que só dizem maravilhas. E eu que já gosto do Joaquin Phoenix, daí que, só  (quase) por isso, é seguramente uma aposta segura.

 

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Philomena

por mandarina, em 10.02.14

É um filme a não perder, e é uma boa notícia saber que Hollywood não aposta só em filmes de treta, comédias românticas que acabam no já demasiado gasto"e viveram felizes para sempre".

 

Filomena, ou no original Philomena, é um filme inspirado numa história verídica de uma adolescente, entre muitas outras, que na Irlanda nos anos 50 se vê grávida e presa num convento que, sem escrúpulos, os retira à força das mães e os vende a americanos. 

 

Não querendo divagar sobre o mais polémico do filme, o facto é que Judi Dench, que protagoniza esta forte e decidida Philomena, uma personagem fervorosamente católica cristã encontra apoio na procura pelo seu filho no jornalista ateu, Martin Sixmith, mas também choca com ele dado todo o seu fervor religioso e fé inabalável.

O que mais me comoveu nesta história foi o humanismo, a esperança, e a lição de vida que Filomena nos transmite, que apesar da luta inglória contra as freiras, as "malvadas", que impediram o reencontro de mãe e filho, não deixou que o ódio a corrompesse.

 

Sobre todos os problemas que se levantam contra a Igreja e os seus "pecados", sobressai a bondade desta Filomena, a força desta mãe que procura por 50 anos o seu filho e que deixa o espectador a pensar na capacidade que está só ao alcance de alguns, a capacidade de perdoar. Um perdão verdadeiro, não fingido.

 

E que esta grande actriz ganhe a tão merecida estatueta de melhor actriz nos Óscares a 2 de Março.

 

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