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Hoje é o teu DIA

por mandarina, em 04.12.13

A verdade amizade é mesmo isso, é gostar de alguém que pode estar a muitos quilometros de distÂncia, do outro lado do mundo e com desejamos manter o contacto, senão diário, pelo menos o suficiente para que essa pessoa saiba, eu estou aqui para ti, tenho saudades tuas e desejo que saibas que não me esqueço de ti como sei que também tu não te esqueces de mim.

 

E hoje daria tudo para estar na China porque uma das minhas melhores amigas concretizou o sonho dela. E eu adorava estar lá a partilhar o maravilhoso momento com ela. Estive em pensamento, não consigo imaginá-la mais feliz e por isso, apesar de ausente, sabê-la feliz faz-me muito feliz. A distância tem destas coisas :( mas bom haveremos de partilhar outros momentos felizes.

 

 

YOUR HAPPY DAY

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Má da fita

por mandarina, em 20.11.13

Quando estou mais preguiçosa que o habitual, tipo hoje, dá-me para divagar.

Aqui vai a divagação do dia.

Tenho imensa pena de não ter mais amigos rapazes, ou será mais acertado dizer, de não ter amigos homens. É que eles são mais leves, mais descontraídos, mais bem dispostos, mais boa onda que as mulheres. Isto generalizando claro, as minhas amigas, apesar de não terem essa leveza e descontracção própria dos homens, são as melhores do mundo, estão sempre lá para mim, mesmo quando eu tenho ataques de anti-social.

 

Este é um assunto que me deixa senão triste, pelo menos inconformada, porque ou eu sou muita má como amiga ou simplesmente é difícil que um rapaz só veja em mim uma amiga. E isso é coisa para me chatear imenso. Isto porque passados dois minutos de conhecer um suposto novo amigo sei logo separar as águas, ou olho para ele como mais qualquer coisa, ou então simplesmente não, de forma definitiva. Não sou de misturar sentimentos desse tipo. Claro que isto é infelizmente, porque dizem sempre que o ideal é romantizar com um amigo verdadeiro.

Admito que é um bloqueio meu, mas eu nunca fui de misturar as coisas. E esforço-me ao máximo por deixar, desde o início, isso bem claro para que não hajam mal-entendidos.

Tenho imensa pena que até hoje não tenha conseguido gerir as coisas de maneira a evitar que acabam sempre com a pessoa em questão a confundir as coisas e a tentar sempre a sua "sorte" com palavras, sugestões, ciúmes mal disfarçados, e outras atitudes patetas, e por fim, a afastar-se porque afinal não conseguiu aquilo que quis.

 

É uma pena, porque eu não induzo ninguém em erro, e juro que não percebo porque rapazes que vejo somente como amigos vêem na amizade sempre uma maneira de conseguir algo mais do que só isso, quando a amizade por si só vale muito mais que um caso amoroso mal amanhado. E ainda está para chegar o dia em que eu descubra o que raio se passa na cabeça de gajos com os quais eu sou a mais neutra possível, nada de abracinhos, beijinhos, olhinhos, mão na perna, mão na nuca, palavras de engate, flirts mal disfarçados. É coisa para dizer, se não vêem que uma gaja que não faz nada disto não está nem aí para cenas amorosas convosco só descobrirão da pior maneira possível com palavras frias de confirmação. E assim se perde mais uma excelente oportunidade de preservar um excelente amigo.

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Kǎlā OK

por mandarina, em 31.05.13

Sexta-feira mais que calma por este escritório, alias de tão calmo que tou quase a adormecer de tédio. Não gosto quando não há nada para fazer, e também não gosto que haja demasiado para fazer, equilíbrio meus senhores, nunca devem ter ouvido falar suponho.

Mas bom parece que logo a noite há jantarada com a maltinha do fim de semana passado e depois, ui loucura, iremos ao karaoke, devo andar mesmo mal da cabeça para me meter numa noite de karaoke, mas bom tenho fé que a noite seja tão ou mais divertida que as noites do fim de semana passado. Foram inesperadamente super divertidas, sair com pessoas que não se conhecem de lado nenhum surpreendeu-me pela positiva, devíamos ser o grupo mais divertido e louco das imediações, com espanhóis, chineses, colombianos, mexicanos, americanos e ate um iraquiano e claro uma tuga (moi) ...já não me divertia tanto assim há muito tempo. A ver hoje. Se bem que o Kǎlā OK não me convence lá muito. Mas há que dar a mão a palmatória e os pobres ouvidos...

 

E o sono que para aqui vai, ai, culpa de quem inventou a nova modalidade, beber e tagarelar via skype, e que bela modalidade sim senhora haverá melhor para as noites da semana? Aposto que nao, esta modinha veio para ficar, quer-me parecer, não Su. ? :)

 

 

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Nada é para sempre

por mandarina, em 23.04.13

Não há nada que dure para sempre, mas há coisas que duram mais tempo do que gostariamos. A dor de perder alguém, e não por morte, que essa é uma maneira bem definitiva de perdermos alguém, mas contra a qual nada podemos. Quando perdemos alguém porque as cirscuntâncias o exigem aí perdemos o chão e não sabemos como dar a volta à coisa porque afinal de contas a pessoa existe, segue vivendo ainda que não esteja mais nem aí para nós. E é com este tipo de dor que dificilmente sabemos lidar, porque uma vez que não aprendemos a ligar-nos de maneira tão forte a alguém, simplesmente acontece, muito menos aprendemos a desligar-nos duma hora para a outra. E dói, e não sabemos quando a dor vai passar, e não sabemos porquê, porquê a nós, nem porque tem de ser se podia ser de outra maneira. Sabemos que a dor é relativa, quando vemos os outros sofrer pensamos sempre que é relativo, toda a gente sofre uma vez na vida com a perda de alguém, agora quando a sentimos na pele não sabemos porque dói tanto, quando vai passar, como fazê-la passar, e se algum dia voltaremos a sentir-nos bem outra vez.

 

Não vim dar numa de psicológa da dor, mas antes dizer que não há nada que não passe, até quando parece que nunca vai passar, não há nada que sempre dure, muito menos a dor. A felicidade é precisamente isso, o oposto da dor, porque quem ousa ser feliz, tem, muito provavelmente, arriscar-se a ser infeliz. Uma das boas lições a tirar deste tipo de situações é precisamente aceitar que felicidade e dor são dois opostos, que andam, quase sempre de mãos dadas e saber viver com isso, aprender a lidar, aprender a ser forte e a seguir com a vida que se tem e que está, somente, nas nossas mãos saber recriar de novo com um sorriso de coragem nos lábios.

 

Dedico este texto a uma super amiga, que tenho a certeza vai descobrir que o importante não são tanto os outros nem o que eles pensam de ti, (e muito menos o que eles vêem em ti) mas sim como nós nos vemos e assumimos perante os outros. Quem tem de vir primeiro somos nós no matter what.

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Um Natal entre amigos

por mandarina, em 25.12.12

Ontem foi um dia bem atarefado, arrumar a casa, mudar móveis, cozinhar, receber as pessoas, ir arrumando pelo meio, beber, comer, conversar, rir-me feito doida, abrir presentes, jogar pictionary enfim foi um dia e uma noite em cheio que durou, durou, durou, quando olhei as horas já eram 3h30 da manhã. O tempo passou a correr. Foi uma delícia de Natal, fiquei tão feliz de ver a casa cheia de amigos e amigos dos amigos, e de à 00h00 o pessoal trocar prendinhas.

O resto, o limpar, a bagunça, o cheiro a álcool, o desperdício, bom isso faz tudo parte, mas como desperdiçar comida é feio daqui a pouca temos uma mini reunião para acabar com os doces todos que sobraram, isso e aquela deliciosa sangria de nuestros hermanos que estava tão mas tão boa :)

 

E o prato mais apreciado foi o meu Bacalhau com Natas, assim dá gosto cozinhar :))))

 

Ficam as fotos para ilustrar um pouco este Natal '12 em minha casa

 

 

 

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Aconteça o que acontecer

por mandarina, em 22.11.12

Duma sementinha indefesa e vulnerável nasce uma esperança, um embrião que vira bebé, um bebé que vira gente, que cresce e se torna numa pessoa com sonhos, aspirações e desafios pela frente, que terá um trabalho, uma família, que fará parte dum meio, duma sociedade, do mundo, e que aspira a crescer sempre mais pessoal e profissionalmente.

 

Pelo caminho terá de ultrapassar muitos obstáculos, aventurar-se mais ou menos, terá de lutar por conseguir o que quer, terá de fazer-se à vida e assumir as rédeas do seu destino (somos nós que o fazemos com um misto de coincidências pelo meio). Terá de delinear estratégias, fazer opções, fazer por estar no sítio certo à hora certa, que milagres não acontecem, terá de se aguentar firme e forte contra as marés mais intempestivas, contra os ventos contrários, e com mais convicção, mais vontade e pulso firme lá dobrará o cabo das tormentas (quase todos temos de dobrá-lo, mais cedo ou mais tarde). 

 

Somos um grão de areia no universo, únicos contudo, não há duas pessoas iguais no mundo, (nem os gémeos verdadeiros), e por isso, somos todos uma espécie de milagre imitável.

No entanto, não é só o que fazemos na vida, as experiências que tivemos ou os conhecimentos que adquirimos que fazem de nós pessoas especiais e únicas, essa é apenas uma parte, a mais importante é a que levamos cá dentro, o nosso interior, a capacidade de sermos boas pessoas, a nossa capacidade de termos um bom carácter e agir consoante ele, sermos fiéis a nós próprios e fiéis aos nossos amigos, familiares, amores, colegas.

 

A cobiça a que poucos escapam, a inveja que nos ataca a todos, a mesquinhez de muitos, a maledicência de que todos sofremos um pouco, os ciúmes, uns saudáveis, outros doentios também fazem parte de cada um de nós, que não há pessoas perfeitas, só nos filmes ou contos de fadas. São também estas imperfeições que nos fazem únicos, diferentes, e não são necessariamente más pessoas, se em dose q.b claro. Agora quando encontramos pessoas que por mais que queiram mostrar que são uma coisa que nunca serão, porque têm o coração, a alma e o corpo manchados irreparavelmente de ódio, raiva e inveja, então aí é lamentar a sua existência e desejar não ter de conviver com essas pessoas.

 

Isto tudo para dizer o quê, que sim, meus amigos, virão tempos difíceis por aí, que virão, para mim e para vocês, virão tempestades, e intempéries bravas mas nós estaremos cá uns para os outros de coração aberto e solidário, esse que sabe por quem bater, esse que bate descompassadamente pelos familiares, amigos e amores, esse que é um fiel amigo sábio e generoso e que estará sempre ao vosso dispor. O meu está e sempre estará, como sei que o vosso está por mim. Força...

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pequeno grande mundo

por mandarina, em 19.05.12

O meu pois tá claro, que por mais pequeno que seja é o que me enche o coração de gratidão à vida. Tenho a sorte de ter conhecido pessoas maravilhosas, os amigos mais lindos e as pessoas mais bonitas de coração, essas que passe o tempo que passar hão-de ficar, hão-de querer fazer parte da minha vida, hão-de querer partilhar as coisas boas da vida delas comigo, e as más também. Só consigo sentir que não há porque me queixar da vida, tive a sorte de conhecer as pessoas certas, as melhores amigas, as verdadeiras.

 

A única coisa que me faz menos feliz é não ter como poder fazer mais por elas, não permitir certas injustiças, protegê-las do mal.

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a madrinha

por mandarina, em 03.05.12

Falava já aqui e agora de uma coisa muito boa que está prestes a acontecer, mas por medo que contar previamente seja agoirar a coisa vou deixar isso para depois. Adiantando só e apenas que, felizmente, que as paixões inocentes e as pessoas boas, não se deixem vencer pela falta de coragem e decisões difíceis de tomar. Não é comigo, mas como desde o início torço por este desfecho iminente é quase como se fosse a mim que me tivesse tocado a sorte grande.

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semi-desilusões

por mandarina, em 27.04.12

Não há nada que nos desiluda tanto como as pessoas, que até que podemos desiludir-nos com o tempo, com os programas de televisão, com a comida, com a sorte, com o trabalho, com N coisas, mas isso tudo faz parte e vá sabemos que não podemos contar muito com as coisas físicas (objectos e afins) que um dia falham, tá claro. Agora as pessoas é uma tristeza, ou então sou eu. Talvez qualquer dia suceda em mim que uma desilusão com o estado do tempo se assemelhe a uma desilusão com uma pessoa a quem quero bem.

 

Digo isto porque acho que tenho vindo a somar desilusões atrás de desilusões com as pessoas a quem só quero bem e que gostava que não faltassem à palavra e mantivessem contacto porque lá está, a distância física é uma coisa chata mas a distância psicológica é bem pior.

 

Será que sou só eu. Eu não deixo de gostar e de me preocupar com as pessoas porque elas não estão à minha beira, ou porque a minha vida é ocupada, ou porque normalmente essa pessoa não mais fará parte da minha vida numa base diária. A amizade é bem maior que isso, é capaz de mover mundos, de encurtar todas as distâncias e reduzi-las a nada. O que não fará o verdadeiro amor, mas nem vou por aí.

 

Juro que não percebo como é que se passa uma borracha na lista de relações de amizade anteriores, substituindo-as com as amizades actuais, aliás bons amigos nunca são demais, até porque amigos a sério contam-se pelas dedos das mãos. Conhecidos é ao pontapé, mas esses não me dizem muito, fico-me pelo olá, tudo bem? agora como se explica que não se respondam a emails de amigos, como se explica o corte total de contacto.

 

Devo ser eu que ando ao contrário do mundo. É uma pena, é coisa para me deixar triste, e a suspirar pelos cantos. As pessoas são mesmo uma bela duma desilusão e o melhor é aprender a viver com isso com mais ligeireza que o actual estado das coisas.

Hoje prometi como prometo sempre aos meus amigos que nutro e amo, "não eu nunca vou deixar de te responder aos emails, aos telefonemas, aos postais", é que honrar como sempre honrei a minha palavra de amiga, é só uma das coisas mais importantes do mundo para mim. Amizade e amor primeiro, o resto são feijões.

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we are young

por mandarina, em 02.04.12

Estes últimos dias foram a prova que "we're young" e o quanto se dançou estes dias, os meus pés são a prova disso, ai!

Sol, calor, férias, e noitadas lá está...3 days in a row a deitar-me às 4h é caso inédito em Wuhan, e até mesmo na China. Mas foram 3 noites mesmo divertidas e posto isso dedico ao gang dos tequilla shots esta música:

 

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