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ao limite

por mandarina, em 22.05.12

É onde me sinto a chegar, ao limite das minhas forças para aguentar esta rotina, este infindável semestre de aulas, que parece mais um pesadelo que outra coisa qualquer, não porque as aulas sejam muito exigentes, não porque ande carregada de trabalho (ou tpcs como lhe queiram chamar), não porque ande a dormir pouco, não porque ande a matar-me a estudar, não porque exija mais de mim do que posso. Por nenhuma destas razões, a não ser porque as aulas arrastam-se infindavelmente no tempo que custa a passar, que se arrasta tal qual uma pequena e dolorosa cirurgia meticulosa que te dá cabo dos nervos não porque doa mas porque é demasiado morosa. Estou quase lá, no limite, e ao contrário do que seria suposto como aconteceu antes não tenho faltado (não tanto quanto desejo) às aulas, antes pelo contrário, tenho-me obrigado a ir, tenho ido não por um sentido de dever, mas porque não sei o que fazer comigo quando decido ficar na cama até mais tarde e passar o dia a divagar sobre nada de nada, tal pasmaceira está a minha vida.

 

Pelo menos nas aulas tenho a sensação de dever meio cumprido meio por cumprir, não que esteja ali a aprender nada, que, na maior parte das vezes, não estou, sinto-me como uma ostra fechava na sua concha, a ouvir mas a não registar nada do que ouve, a ouvir passivamente, a estar por estar, a estar para desfrutar e para fazer companhia a uma amiga que já faz parte do meu dia-a-dia, que lhe dá mais sentido, a quem sinto que faço falta quando me ausento. Muitas vezes tenho a sensação que vou por causa dela, como se por saber que ela lá está me dê mais alento, ou aconchego. Acho que funciono igual para ela, sinto-o na presença dela.

 

Até com as aulas privadas não tenho tido alento necessário para levar tão à risca e sempre que as tenho, a minha professora me diz o quão cansada pareço, ainda que me esforce o máximo para dar mais de mim, porque aprender é algo que quero, não forçosamente ou obrigada a, mas porque verdadeiramente quero. Não só aparento cansada, como estou, nota-se na minha pele, nos meus olhos, na minha disposição, nos meus suspiros, na minha languidez.

 

Decidi há muito que vou até onde conseguir, não o faço por dever nada a ninguém, também, por isso, desisti da ideia do HSK (exame mês que vem), adiei sensatamente a data. Tirei daí a ideia, instantaneamente, no momento que me apercebi que não consigo reter mais informação, não consigo evoluir, não consigo absorver mais, estagnei. Estou a soro, já só com a ideia de me manter hidratada e sobreviver a este massacre quotidiano que se arrasta desde Fevereiro interminavelmente, mas com fim à vista.

 

Posto isto, continuarei a ir às aulas, até onde puder, quando tiver de faltar faltarei, sem sombra de peso na consciência, isto não tem de ser um pesadelo, aprender não é isso, aprender é respirar do bom e do novo, não do enfadonho e do obrigatório. Tenho plena consciência dos meus limites, não tenho vontade de me sobrepor a eles, antes respeitá-los. Não tenho absolutamente vontade nenhuma de ser como os outros, sou como sou, admito-me limitada e vivo bem com isso. E vivo especialmente bem com a ideia que os outros fazem de mim, aliás bem demais ao ponto de me marimbar para o que possam pensar de mim. Estou-me nas tintas.

 

Ultimamente afligi-me não conseguir descansar enquanto durmo, dormir e não descansar é pior que uma ressaca, porque te dá a sensação que nunca saberás quando chegará o momento que ela passará, é que com uma ressaca sabes que eventualmente o efeito passará. É isso, portanto, sinto-me a ressacar todos os dias, e infelizmente não ando a beber nem uma gota de álcool, nem a tirar prazer do dito. Fiquei, portanto, só com a pior parte, a puta da ressaca.

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Hoje sei-o

por mandarina, em 15.05.12

O único sentido de ter vindo parar a este sítio foi o de conhecer-me a mim própria.

Tal qual retiro espiritual.

Só por isso já valeu mais que a pena.

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Nem às paredes confesso #12

por mandarina, em 11.05.12

A Primavera dá cabo de mim definitivamente. É caso para dizer, "ai mulher controla essas hormonas primaveris e ganha juízo masé".

Assim como assim, já não tenho 15 anos para me comportar como tal. Às vezes juro que pareço que voltei à adolescência, resta saber se isso é bom ou mau.  E o que eu era naïve e inocente (q.b pronto) com 15 anos. Ai!

 

Acho que acabei de ser um pouco incoerente. 没事,没事 (méishì, méishì). Não tem importância!

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Vontade

por mandarina, em 04.05.12

Lá se vai a sesta da tarde e o tempo está perfeito para isso, mas hoje há aula daqui por menos de uma hora, e eu hoje até dormi até às 9h, por isso, nada de dormir a sesta e ir para a aula ensonada, por alguma coisa inventaram café e eu ando deliciada com o café vietnamita, à falta do verdadeiro expresso, este espanta-me o sono.

 

A sensivelmente dois meses de as aulas acabarem já consigo dizer que vou sentir falta desta rotina, tirando a parte de acordar todos os dias às 7h, o resto vou sentir falta, até das aulas que, na maior parte das vezes, são enfadonhas mas que sem as quais não teria aprendido um quinto do que aprendi até aqui.

 

E vejo em mim uma grande mudança, uma vontade renovada de lá estar, de apesar do tempo se alongar e parecer uma eternidade, achar que ali se aprende uma língua difícil mas muito mas muito interessante, mais interessante ainda quando tudo já não soa a xin chan chon xun, ou seja a nada de nada.

 

E o que me custou entrar no ritmo, o primeiro semestre foi uma provação, perguntava-me mil e uma vezes, mas o que estou aqui a fazer, eu não percebo nada disto, quando percebia 20% do que os prof. diziam já era muito. Agora sinto-me imensamente realizada, percebo quase tudo, e acompanho o nível dos colegas, não ao ponto de chegar ao nível dos melhores mas ao ponto de me sentir muito orgulhosa da minha evolução. Exceptuando as aulas de audição, as quais, muitas vezes, ainda me soam a "xin chan chon xun" e me deixam à nora, nas outras disciplinas já vejo a luz ao fundo do túnel e upa upa ao fim de um ano estou no nível que muitos colegas estão ao fim de ano e meio ou mesmo dois. Não tendo, por isso, motivos para me gabar que não saco notas de génio.

 

Isto para dizer, que apesar de, às vezes, achar as aulas aborrecidas (como no trabalho também sucede) acho que faço parte daquele grupo, acho que tiro prazer, gosto de aprender, gosto de evoluir, e gosto de chinês. Além de que me motiva imenso ter uma colega de turma que adoro, a minha indiana do coração que além de ser uma excelente pessoa e amiga, é, também, uma excelente aluna que, sem querer, puxa por mim, me ajuda, me acompanha.

 

Não sabia ao que estava no primeiro semestre, nem ao que vinha, foi um longo caminho para chegar até aqui, mas hoje dou comigo a pensar que se me tirarem a oportunidade de continuar a estudar de graça, vou ter de encontrar um jeito de continuar a estudar sem ser de graça.

A journey of a thousand miles begins with a single step.

— Confucius

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processo

por mandarina, em 16.04.12

Chega um dia em que não mais se é assaltada por pensamentos ridículos, por lembranças, por saudades, curiosidades, por pieguices próprias de quem gosta e de quem se importa. Chega um dia que acaba de vez e para sempre, e pensando para ti própria "porra finalmente desta já me livrei", soltas um grande suspiro de alívio. Verdade, um dia, sem que te apercebas, esse momento chega, esse momento vem sempre pela calada, mas vai ficando até ser dado adquirido, é como que uma borracha invisível que apaga os vestígios deixados pelo outro. Significa que se avançou, que já não se olha para trás, mas também significa uma espécie de morte interior, por cada sentimento bom que se desvanece por conta da indiferença do outro, do tempo e distanciamento morre-se um bocadinho bom de nós, aquele bocadinho em que víamos no outro alquém quem estimar. Aí, nesse momento, fica só o vazio, ou então, por outro lado, ficamos nós a sós connosco mesmos na nossa mais completa plenitude enquanto seres individuais.

Esquecer os outros, que não nos querem, estimam ou sentem a nossa falta, é um processo como tantos outros, natural e espontâneo, é um passo na direcção daqui para frente será diferente, um processo de esperança renovada e não de desânimo porque se errou na porta, mas antes na certeza que um dia se baterá à porta certa e que, dessa vez, ela não se fechará na nossa cara e que não mais a brusquidão da batida nos esmagará, uma vez mais, o coração.

 

Esse dia chegou.

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a people's person, I am not

por mandarina, em 17.03.12

Mas quem me conhece minimamente sabe-lo bem. Não pretendo ser o que não sou, e por isso, não me custa admitir que não sou, nunca fui, e nunca serei a people's person. Não o vejo como um defeito, senão como uma característica marcante da minha personalidade. Aceito que não sou, e não tenho intenção de me vir a obrigar a ser o que não sou. Aliás nem sei se alguma vez me esforcei para mudar isto na minha vida. Simplesmente não faz da minha natureza ser uma pessoa que se dá com toda a gente, que faz amigos como quem vai ali ao café, que se liga de um modo natural e espontÂneo a qualquer estranho que coabite no seu universo. Nunca fui de amizades fáceis, não sou um ser social. Nunca fui aliás.

 

E cada vez que olho para mim no passado consigo aperceber-me disto nitidamente. Começando pela minha infância, sempre fui uma criança bastante solitária. Feliz mas solitária. Nunca gostei de grupos, de confusão, de muito barulho, de tudo ao molho e fé em Deus. Antes pelo contrário, nunca me vou esquecer quando a minha mãe decidiu tentar pôr-me no jardim escola e quando vi aqueles putos todos, aquela confusão, barulho e desarrumação naquele espaço com muitos jogos e entretenimento, a minha reacção foi chorar e chamar repetidamente pela minha avó. Levem-me à minha avó que aqui não me entendo. E assim foi. Fiz um grande skip ao jardim escola. Na primária também nunca soube como interagir com tanta gente ao mesmo tempo. Nunca fui de grupos. Aliás conviver em grupo faz-me dores de cabeça, faz-me mal à pele.

 

Não ser de outra maneira, nem gostaria de ser de outra maneira. Convivo melhor com os meus desta maneira. Creio que não conheço muita gente, mas as que conheço e gosto, conheço até ao amâgo, gosto de verdade, com profundidade. As pessoas para mim não são um vaivém. Ligo-me mais fortemente assim do que se gostasse de todos de igual maneira. Vejo muito isso nos outros, nos seres demasiado sociais. Dão-se com toda a gente, mas não conhecem ninguém, porque criam relações superficiais, do momento.

 

Há os seus prós e contras em ambos os casos. Houve tempos que me amaldiçoei por ser assim, tão fechada, tão no meu canto, no meu mundo. Hoje aceito quem sou, aliás não saberia ser feliz de outro modo. Felizmente o segredo da felicidade reside aí, quando nos apercebemos das nossas imperfeições e nos aceitamos com elas, e nos apreciamos às custas dela. São elas que nos diferenciam dos outros, são elas que nos fazem complexos e únicos. Não ser uma people's person não faz de mim uma pessoa solitária, faz de mim uma pessoa selectiva nas amizades e mais consciente de que os seres demasiado sociais são, geralmente, à superfície todo o oposto do que são em profundidade.

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Hoje é o dia

por mandarina, em 05.03.12

Que a minha candidatura chega a Lisboa, supostamente! Tem de...pelo preço que paguei. Que chegue. Que agora sei que quero continuar.

Que decidi retomar a procura de emprego, regime part-time. A ver se dá frutos. Tenho de matar tempo de ócio e sentir o peso da responsabilidade.

Que ficam a faltar 4 meses... 4 meses para me meter naquele avião que me vai levar de volta a Portugal para 2 meses de férias.

Que decidi que assim não posso continuar... Não tenho tanto medo de desiludir alguém como o que tenho de me desiludir a mim própria. Porque à noite só me deito comigo própria e com a minha consciência, só com ela e ela não anda sossegadita, que não anda. Hoje é o dia que tenho de mudar, e começar a fazer pela vida, e pôr a cara nos livros a sério. Vim praqui perder a minha juventude, as minhas forças, o meu tempo para quê??? Para tirar partido desta cidade sórdida é que não foi certamente.

Que digo a mim própria "tem vergonha nessa cara e estuda". Só respondo perante mim. Só tenho medo de me desiludir a mim própria e merda tou a desiludir-me.

Que ponho para trás das costas de vez coisas que não interessam, e que começarei a ensaiar discurso para todos os filhos da puta que doravante me apareçam pela frente e me venham dizer que eu sou isto e aquilo, sem o meu consentimento. Desculpem o palavreado.

 

não tenho medo de desiludir os outros. a que propósito? eles nunca tiveram medo de me desiludir a mim 

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...

por mandarina, em 26.02.12

It is one of my sources of happiness never to desire a knowledge of other people's business.

Dolley Madison

 

Um alívio. Uma vontade não imposta de não querer saber da vida dos outros. Um bem-estar que vem dessa atitude. Uma paz de espírito e de consciência. É como se essas pessoas, das quais não temos notícias, nunca tivessem existido de verdade. Sabemos que existiram, mas temos a sensação que deixaram de existir no entretanto. Existem mas não mais para mim.

 

Quando não sabes viver com a felicidade dos outros que te provoca desconforto, mau humor e azia procura não saber das suas vidas, primeiro começa por ser uma imposição, para um dia ser um acção natural. Um grito autêntico de liberdade. Os outros estão aí para ser fonte de bem-estar e não para ser uma expiação dos teus males.

 

As suas vidas não mais me dizem respeito, não há curiosidade, não há inveja, não há ciúme, não há flash news, há antes silêncio e muita paz interior. Eu existo, eles já não, não mais no meu universo. Afinal somos de constelações totalmente opostas. E eu nunca fui de comparações nem de competição.

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Atalho

por mandarina, em 23.02.12

Hoje, feita chica-esperta, não tivesse eu também sangue tuga, a caminho do hospital para ir buscar o atestado de não, não tenho SIDA nem outras doenças contagiosas*, ai desculpem, o atestado médico, pensei cá para os meus botões "vou atalhar, vou por aqui e chego lá em metade do tempo, tá de chuva e tá, bora lá". Isto para o mais comum dos mortais é um pensamento do mais curriqueiro que existe, mas para mim, que sou só das pessoas mais desorientadas que conheço, é tipo o fim do mundo. Inventei e pois tá claro, perdi-me.

 

Mas como eu, faz parte da mudança que empreendi, me deixei de medos, receios, temores e pânicos quando me perco, pensei cá para mim "não vou voltar atrás, perdi-me agora hei-de dar com a (maldita) saída", ao invés de ter pensado "e pedir ajuda, não?". Também tenho disto, sei que estou errada e na merda mas não peço ajuda logo à primeira. Então convicta de que ia encontrar rápido a saída, lá continuei a andar por mais X tempo e nada, cada vez me via mais perdida, ainda ponderei ir de táxi, mas desisti da ideia porque não sabia como se chamava o hospital e hospitais é o que mais há nesta santa terrinha. E não, também não tinha comigo nem morada nem nome da rua do hospital nem pontos de referência. Mas adiante, acabei por perguntar a uma tipa (africana) que inglês não era com ela, chinês também não, esqueci-me de tentar português, nem me ocorreu. Coitada, ainda sabia menos que eu, se eu lhe tivesse perguntado em que universidade estava tenho cá pra mim que nem me saberia responder. E eu ainda sabia que estava a passear na Universidade aqui ao lado, perdida lá pelo campus. Happy ending: lá encontrei a rua principal e cheguei ao hospital.

 

Perdi-me mas daqui tiro uma lição de vida. Uma boa lição de vida. Muitas vezes temos muita vontade de atalhar, seguir o caminho mais fácil, mais aliciante e mais rápido. Falo na vida, das escolhas que fazemos na vida. Conheço alguém, que respeito muito, que tinha trabalho há alguns anos, que tinha namorado há outros tantos, que tinha o conforto da família, e que tinha o conforto do ambiente em que vivia e que decidiu ousar, largar tudo, e vir para a China estudar. E não, claramente não falo de mim, eu não tinha nada disto quando vim, porque aí não sei se teria eu tido coragem igual.

 

Mas bem, dizia eu, este atalho frustrado serviu-me de inspiração para analisar a minha vida e as minhas decisões do momento. Até há alguns dias atrás ponderei atalhar, lançar-me por aí, mundo fora, sair até da China, e ir para qualquer outro lugar onde fosse ser mais feliz que aqui (ou onde julgava poder ser mais feliz, que isso ninguém me garantia), ponderei isso mas logo vi que não. Não está na hora de seguir atalhos, está na hora de ser responsável e de começar o que aqui vim fazer: estudar mandarim para um dia ser fluente nesta língua. Não quero seguir mais atalhos, mesmo que eles sejam uma espécie de Ovo Kinder com uma surpresa agradável ou nem tanto, quero antes perfilhar um caminho com início, meio e fim para um dia seguir o caminho certo, sabendo que este percurso, sem atalhos, ainda que mais doloroso, menos feliz e mais demorado, no final de contas, a bom porto me levará (tenho muita esperança que assim seja).

 

Agora aos tpcs sem atalhos, e com muito sono e molenguice...avante camarada (a propósito do último livro que li de Jorge Amado "Capitães da Areia" e não como palavra de ordem comunista)

 

*é a única coisinha a que os chineses olham.

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Pensamentos Aleatórios #10

por mandarina, em 23.02.12

Juro que eu não era assim, sarcástica e mordaz enquanto aluna, nos bons velhos tempos (há prai 10 anos atrás) pobrezinha de mim, era daquelas alunas bem comportadinhas que tinha medo do professor até para pedir sff para ir à casa de banho, e um respeito que ia daqui à lua, e que corava a toda a hora, e estudava, ou antes, marrava para os exames como se não houvesse amanhã e nem dormia de tanto nervosismo e ansiedade antes e depois dos exames e que só sossegava quando via que tinha das melhores notas da turma.

 

Hoje dou por mim a ser daquelas que se sentam lá atrás, na última fila, e que, não me ponho a desenhar porque não sei, mas ponho-me a gozar com a professora que fala duma maneira que só dá vontade disso mesmo, gozar. Hoje apeteceu-me mesmo extravazar e juro que houve ali uma altura que pensei que ela, a tonta da prof., me tivesse ouvido a imitá-la. Mas eu não tenho culpa, ela é que fala de uma maneira tão irritante e desagradável que só dá mesmo vontade de gozar. Leiam o seguinte acentuando sempre o final. Níi dóng lê máãããã? Por amor de Deus,  e alguém que fale putonghua (mandarim standard) com um sotaque respeitável e dentro do normal não se arranjava???

 

dóng lê máãããã????????? som parecido ao de uma ovelha a fazer méée!

 

p.s.: dong le ma? e não dóng lê máãããã?, quer dizer, "percebem?"

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