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à distância

por mandarina, em 18.03.12

No outro dia pôs-me a pensar nisto. Porque é algo que me intriga sobremaneira. Relações à distância, sim ou não!?

Se pensarmos a quente não, não faz sentido, é doloroso, é uma grande dor de cabeça, é um desgaste diário, é um vazio latente que se alonga na vida de uma pessoa, que deixa uma pessoa presa à corrente, que incomoda porque o que os olhos não vêem o coração não sente.

Mas depois de ter conhecido um caso extraordinário de duas pessoas que se comprometeram numa relação por 2 anos à distância quando a relação estava só a começar e um continente se metia pelo meio fiquei a acreditar que afinal sim, claro que sim, claro que funciona. Se for amor para valer metam-se pelo meio os kms que forem, a diferença de fusos horários, as rotinas totalmente opostas, a falta de contacto físico. Seja lá o que for, se ambas as partes estiveram a remar na mesma direcção e com o mesmo propósito e estiverem conscientes que têm ali algo único então sim faz sentido, resultará.

 

É que ter conhecido este casal que se aguentou assim por dois anos fez-me acreditar que realmente há pessoas que nasceram uma para a outra. E que a distância é a maior barreira que se pode superar mas uma vez superada é a prova mais perceptível de que a relação tem pernas para andar.

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3 comentários

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Rita a 18.03.2012

Pois... A minha experiência não foi a melhor. Mas depois de conhecer aquele casal super giro, moderno, simpático e que mostrou que ali há paixão, amor, respeito... Realmente, e pelo menos em relação que sabemos até agora, ainda resulta e vale a pena...
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Rita a 19.03.2012

Não vale a pena partilhar aqui a minha história, não quero abalar as expectativas, e também gostava mesmo de acreditar que são mais as histórias felizes do que as infelizes. Mas enfim, eu venho de um "sítio", onde uma distância menor abalou por completo uma relação de 10 anos (talvez ja estivesse abalada, não sei), e portanto estas coisas a mim soam-me sempre a surrealismo! mas ainda bem que existem :)
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mandarina a 20.03.2012

as vossas, a minha experiência não foram exemplos felizes, mas a conclusão a que chego é: não era amor. Se fosse teria sobrevivido. E sim, há felizmente exemplos felizes de casos que resultam muito à custa da personalidade de ambas as partes mas ainda assim com muito amor pelo meio sn nada feito. Para dançar o tango são precisos dois, aqui tb se aplica e muito.

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