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Nem às paredes confesso #9

por mandarina, em 06.04.12

Qualquer dia encho-me de coragem e pergunto-lhe "como se diz és mesmo giro na tua língua?" seguido de um "és mesmo giro" na língua dele seja lá qual ela for. 开玩笑!* (kai wanxiao)

 

*brincadeirinha

São os efeitos nefastos que a Primavera exerce sobre mim. Malvada da Primavera. Ha ha ha...

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3-3

por mandarina, em 06.04.12

Hoje o dia dividiu-se em coisas boas e más, um pouco como todos os dias acho.

Aqui ficam as de hoje:

Boas

  1. Corrida de uns 20 min. à volta do estádio de futebol. Há séculos que não corria ao ar-livre, muito bom.
  2. Temperatura amena, nem muito calor nem frio, perfeita. Sem a imensamente temida humidade.
  3. Comer ananás que está por todo o lado à venda na rua. Tão fresquinho, barato e docinho. Adoro:)

Más

  1. Aula frustrada de spinnig, prof. novo, e um calor sufocante na sala. Pior que estar fechada numa sauna 2 horas. Um horror. 
  2. Tempo continuadamente cinzento, sol que é bom fica para lá das nuvens e poluição.
  3. Ter provado reganmian*, especialidade de Wuhan, que detestei. Digamos que foi a 1ra e a úlitma vez também.

 

1 (desporto)

2 (tempo)

3 (comida)

*reganmian (noodles secos com molho de amendoim)

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Por obséquio

por mandarina, em 06.04.12

O calendário escolar escolar sentencionou que as férias da Páscoa acabaram.

Na minha cabeça funcionou mais ou menos assim: "ah como, quê, não ouvi bem, desculpem, por obséquio pode repetir, mesmo assim continuo a não perceber!"

Vai daí ontem ter feito gazeta, hoje fui às aulas da manhã porque gosto muito da professora de Kou Yu, e voltei a fazer gazeta à aula da tarde, era escrita, e como ontem ainda tava de férias não fiz o tpc, logo de que me valia ir à aula. Se é que me faço entender!

Caso para dizer: por obséquio a CCNU (univ.) não podia ter dado a semaninha toda não! É que eu sou muito crente (not) e as férias da Páscoa são sagradas (período de descanso sagrado, i mean).

 

Vá agora fds e depois volto a ser uma aluna extremosa pelos próximos 3 meses de aulas, isto caso não morra de cansaço pelo meio, ou de sono!!!

Ai que prazer
não cumprir um dever.

Pessoa {poema liberdade}

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mais do mesmo

por mandarina, em 06.04.12

Bem sei que é mais do mesmo, e que tenho sempre muitas queixas contra as professoras que me calharam na rifa. Bem sei, mas hoje achei a atitude da nossa professora, que é também a responsável pela turma, particularmente notável (pela negativa, infelizmente). Tão não é que a senhora entrega os testes, não faz nenhum comentário por aí além, se estava satisfeita com o resultado senão, (ui eu a suspirar por sermões), e além disso, não se digna a corrigir os testes, e ainda tem o descaramento de os recolher passados 10 minutos. Mas que raio vem a ser isto, e, ainda, fez mal a correcção, no meu, pelo menos, no dos colegas vai-se lá saber porque não houve correcção, eu apercebi-me porque tinha o da Rita e vi que corrigiu mal.

 

Não corregiu porque para ela é-lhe indiferente os resultados que os alunos dela tenham, não quer saber, não se interessa. Tá-se a marimbar, esta é a única explicação que encontro para que esta sra. professora que deu um teste que outra professora fez, levianamente corrigido, e o que estava errado assim ficou porque a senhora achou que dispensar uma aula a corrigir e a explicar era uma trabalheira. Já não chegava a vergonha com o teste, seguiu-se que a sra. professora quis começar a aula e não sabia em que lição iamos, o que só prova que preparar as aulas em casa não é com ela.

 

Ao que lhe diria, mas não disse tá claro: Ò minha senhora senão é para ensinar o que raio anda aqui a fazer! Mas valia ir para casa, reformava-se, não andava a empatar a vida a ninguém, e talvez desse lugar a quem tá com vontade de ensinar qualquer coisinha.

 

Aqui a moi, e não só, já chegámos à conclusão que a este ritmo não se aprende nada, nadinha nas aulas. A única solução que se apresenta posto este cenário é estudar cada um por si e em casa, e que as aulas têm a assistência que têm em consequência directa da má prestação e dedicação dos professores à sua profissão e aos seus alunos. Assunto arrumado de vez que de pouco me vale as lamúrias. Ao fim e ao cabo, como a Rita diz, somos todos grandinhos e sabemos o que queremos tirar deste período de estudo. E por isso, é mais que justifcável não pormos nas mãos dos professores o nosso sucesso com a língua senão em nós. O ponteiro da responsabilidade aponta sobre a cabeça de cada um e não sobre a cabeça dos professores. Eles são chineses, é a língua deles, e o empenho em aprendê-la tem de residir em nós, não neles. E já que não querem ajudar, pelo menos que não empatem.

 

p.s.: a quem me lê, perdoai-me sempre a mesma lengalenga. É a última vez que me ouvem falar nisto.

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Pensamentos aleatórios #20

por mandarina, em 05.04.12

Estou há quase uma hora para começar a fazer o tpc de escrita, escrever uma composição de 500 caracteres sobre uma "experiência inesquecível". Não é por falta de palavras (caracteres neste caso) que ainda não a comecei, não consigo é precisar nenhuma experiência inesquecível. Falta de inspiração ou sinal oculto de que algo não está a bater certo na minha vida!?

E inesquecível pela negativa não conta, se bem que nem por aí lá ia. Raios!

 

p.s.: e não, não é desculpa para não fazer o tpc.

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humpf

por mandarina, em 05.04.12

Compreender e aceitar que as pessoas, por mais que gostemos delas, estão de passagem pelas nossas vidas e que quanto a isso não podemos fazer nada, não as podemos amarrar a nós, não as podemos obrigar a ficar, nem incutir-lhes, como que por artes mágicas, a vontade de ficar para sempre, é um verdadeiro exercício mental do diabo.

Compreender, até que consigo compreender muito bem, já aceitar não encaixo tão bem. Bom, fica para um dia mais tarde...

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porcos espinhos

por mandarina, em 05.04.12

Não é a descoberta da pólvora, mas ajuda a descodificar o essencial dos relacionamentos humanos.

De Schopenhauer com amor:

 

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7 arte ♣ IV

por mandarina, em 05.04.12

A propósito de mais uma poderosíssima interpretação, ontem foi dia de ver "Iron Lady" com Meryl Streep a dar vida à dama de ferro, Margaret Thatcher e à semelhança de Michelle Williams no papel de Marilyn Monroe, esteve grandiosa (como já nos acostumou) e, por isso, só posso dizer: vivam as grandes actrizes. A Meryl Streep aos meus olhos não é uma actriz, é uma deusa que consegue como ninguém dar vida a um filme a meio gás. Ninguém como ela interpretaria com tanta alma a mulher mais icónica do mundo da política europeia e mundial, Margaret Thatcher. Do filme, assim assim. A Meryl é o filme e isso é o quanto basta para que seja um bom filme.

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explanations

por mandarina, em 04.04.12

Esta música assenta-me que nem uma luva, especialmente hoje, o síndroma de fim de férias também pode estar relacionado com o meu estado de espírito, mas a Selah Sue explica melhor:

 

 

 

But I need explanations and some fitting solutions 'cause
  I am turning in a stranger more and more, yeah

I need explanations and some fitting solutions 'cause
  my emotions make me feel so insecure...

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metanóia

por mandarina, em 04.04.12
metanóia
palavra de origem grega que significa "mudança de ideia", "mudança de direcção" e "mudança no sentimento".


Se a vida fosse uma constante, se os nossos sentimentos se perpetuassem imutáveis no tempo seria possível pertencermos uns aos outros. Mas não é isso que acontece, a nossa vida está em contante mutação e, em consequência disso também os nossos sentimentos. Vai daí que eu não acredito em pertenças, nós não pertencemos a ninguém e ninguém nos pertence. É ilusório pensar assim, porque enquanto pensamos no outro como um ser que se possuí tiramos-lhe a liberdade e rotulamos as relações humanas com um para sempre insensato e algo fantasioso. Normalmente é-o pelo tempo que fizer sentido, e muito dificilmente para sempre. Os rótulos estragam quase sempre tudo, e poucas vezes fazem jus à verdade. Mesmo as pessoas comprometidas aspiram à liberdade quando a sentem castrada pelas imposições da possessividade alheia e, mais ainda quando sentem que a vontade de perpetuar uma relação, que já foi algo muito bom e que supostamente o seria no futuro, se evaporou algures entre o que foi e o que é,  e quando assim é dificilmente se recupera o vigor de outrora.

Abusamos dos determinantes possessivos, meu isto, meu aquilo, meu, meu, meu...Será mesmo teu? Será mesmo meu? Será que quer ser pertença de alguém? Esquecemo-nos que só possuímos objectos e nunca pessoas. No que toca a relações, costumo pensar que os rótulos pouco interessam, fiem-se, antes, no que os vossos olhos vêem, o coração sente e as atitudes provam. E, principalmente, que ninguém é de ninguém especialmente quando a própria pessoa (a suposta pessoa possuída) não sente assim. So se é/está quando se quer continuar a ser/estar, e sempre de livre e espontânea vontade. (isto numa sociedade livre)

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