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Cinema e vida

por mandarina, em 06.01.13

Este blog anda tão down quanto a dona, é a tensão pré-férias, daqui a uma semana e qualquer coisa já tou feliz da vida, de férias portanto.

Mas até lá, e porque não quero nem parecer triste, nem deprimida, nem enervada, nem nada de mau, que não estou aviso já, estou é muito cansada e com imensa vontade de sair daqui e não ver chinos à frente pelos (quase) próximos 2 meses :)

 

Mas ia então a dizer que para desanuviar ocupo o meu tempo a ver filmes e tenho visto cada um, melhor que o outro, não me falar de todos, mas sei que gostei muito de Detachment ainda que seja um filme bem pesado e sombrio, mas que passa uma óptima mensagem, a bem dizer várias, mas principalmente é uma chamada de atenção ao alheamento cada vez mais evidente das pessoas, andamos a fazer ocos, de valores, de moral, de virtudes e isso acaba por gerar uma nova geração ainda mais disfuncional fruto de famílias cada vez mais desequilibradas e podres mesmo. Gostei mesmo muito.

 

Mas para não tar a dar uma de crítica de cinema, não me revejo no papel, fica só mais estes dois apontamentos.

Vi Carnage, de Roman Polanski e acho que está quase genial, os actores também ajudam, e ficou-me a frase dum dos homens do filme, "as mulheres pensam demais".

Depois vi Les bien aimées em francês e tudo, e fiquei com a sensação que as mulheres são bem mais fáceis que os homens, as mulheres amam, os homens complicam, e vai daí concluí, as mulheres pensam demais porque os homens complicam demasiado, o que leva as mulheres a sobreavaliar tudo e mais alguma coisa. Ou então não, esta teoria vale tanto como 2 feijões furados.

 

Tá na hora da minha mais que merecida siesta, olé!

 

P.S.: em 2 destes 3 filmes 2 personagens suicidam-se, e eu até consigo identificar as razões para que as pessoas o façam, a sensação de perda total e o sentir-se totalmente vazio e oco por dentro, mas continuo a não perceber de onde vem a coragem para cometer tal acto. Pode parecer contraditório, mas encaro o suicídio como uma das maiores provas de cobardia e de egoísmo também.

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