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Por amor

por mandarina, em 09.12.12

Ontem vi um filme, porra também ando a acertar mesmo em cheio em filmes deprimentes, e demasiado melodramáticos, então no filme de ontem, a gaja, a super sensível, genuína, altruísta, numa palavra, a verdadeira, apaixona-se pela eternidade, e até que é correspondida, até ao momento que chega outra, mais esperta, mais decidida e determinada, cabra sem coração, invejosa e desesperada que põe logo fim ao namoro platónico dos dois.

Depois é vê-la a guardar aquilo que sente só para si, aguentar ver e ouvir os outros dois a fornicarem, e a aceitar calada e quietinha no seu canto, é claro que passados muitos anos a coisa dá para o torto e o casalinho separa-se que lá está quando não há amor não há milagres, e ainda assim, a tonta afasta-se e deixa passar a oportunidade à espero que o destino o traga de volta, que acaba por trazer, lá vivem o seu amor enquanto o diabo esfrega um olho, e o filme acaba com ele a morrer e com ela a agradecer por ainda ter tido algum tempo com ele. E eu fiquei a pensar, será que é ela que se contenta com pouco ou será que são as minhas expectativas que são grandes demais?

Será que o amor não tem mesmo limites?

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