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100% parcial

por mandarina, em 25.06.13

Receio não ser a pessoa mais indicada para incentivar uma pessoa a mudar-se para a China profunda, cidades como Wuhan, Changsha, enfim qualquer das cidades buraco da China recôndita. Porque, apesar de ter feito nestes sitios amigos para a vida, e quanto a isso só posso estar grata, eu não tenho nada de muito bom a dizer destes sitios.

 

Clima merdoso (muito quente e húmido no Verão e muito frio e rigoroso no Inverno); Gente mal educada; Cidades sujas e malcheirosas; Comida pouco saudável; Poluição tão séria que extravaza os níveis mais vergonhosos e insensatos a nível mundial; Pontos turísticos tacanhos e quase sempre falsificados (criados recentemente); Produtos falsificados; um show-off piroso e presunçoso dos que tem muito dinheiro; crimes contra o ambiente que fazem chorar as pedras da calçada; uma total irresponsabilização perante o outro; bons modos nem vê-los, educação à mesa, na rua, em filas, em bancos, supermercados, em casa, nem sombras dela; caráter oco e falso da maior parte dos habitantes destas cidades provincianas; sujidade para onde quer que nos voltemos; um sem fim de pontos negativos.

Enfim, poderia ficar aqui o dia todo a falar mal destas cidades da China profunda. Prefiro pensar que ter lá passado fez de mim uma pessoa mais rica, que sabe, hoje, dar mais valor à vida que antes de ter vivido em sitios tão miseráveis.

 

Fui, vivi lá e sobrevivi (até ver pelo menos) para contar a história. Se algum dia lá quero voltar, não obrigada.

E porque até hoje conheci 4 cidades chinesas posso sem dúvida afirmar que conheço delas o suficiente para saber que não se pode comparar cidades chinesas (internacionais) como Shanghai e Pequim a outras cidades do interior chinês sem manchar a pintura destas últimas de forma irreparável e definitiva. Contudo, orgulho-me de ter por lá passado, e como comentava no outro dia com um colega que também já teve a sua dose de China profunda "ter passado por lá foi uma experiência que muitos estrangeiros que vivem na China moderna jamais terão e jamais saberão que existe e em que consiste, que uma coisa é viver, outra coisa é ouvir contar". 

Eu não o descreveria melhor, foi uma aventura, nem sempre espetacular mas que me enriqueceu como pessoa e me deu outra perspetiva deste gigante asiático.

 

E certamente porque a minha alma não é pequena, valeu, sem dúvida, a pena.

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E de repente...

por mandarina, em 25.04.13

Vêm-me à cabeça os tempos de estagiária na Aicep em Shanghai, há tanta coisa em comum com o momento atual, o mesmo horário de trabalho, e eu consigo chegar sempre atrasada para não variar, a mesma rotina, o escritório vestido de Portugal da cabeça aos pés, é panfletos, e mapas de Portugal, e livros de promoção, até os poetas portugueses vêm estampados nas taças da Vista Alegre que o boss trouxe de Portugal e nos quadros ainda por afixar, é o fado, que tem dias está como música de fundo. E é reconfortante, é um Portugal em ponto pequeno, e uma portuguesa (eu) para completar o quadro.

 

E pensar que aqueles tempos não voltariam, e hoje, once again, cá estou eu num ambiente muito parecido, com tarefas algo parecidas, com uma forte ligação a Portugal. A única coisa que mudou, foi não só a cidade, como os patrões, agora chineses (2 chineses), 5 estrelas de realçar, e um novo objectivo, que naquela altura nunca existiu em mim, o de fazer bem, sair-me melhor ainda, porque se naquele tempo falhei em grande, do início ao fim, se bem que não havia muito por onde dar certo, hoje, quis o destino colocar-me aqui, como a dar-me uma nova (e talvez última) oportunidade para ser uma profissional a sério.

 

E é com este sentido de dever, cumprir-me a nível profissional que encaro esta nova etapa da minha vida, e desejo não esquecer o quão irresponsável fui no passado e dar graças por esta nova oportunidade profissional me ter vindo parar às mãos, e fazer por lembrar-me disso com a mesma convicção todos os dias de manhã à hora de sair, mesmo que venha para um escritório um tanto ou quanto solitário numa rotina pouco entusiasmante, e num ambiente de trabalho desafiante mas também um pouco assustador.

 

E de repente, o passado no meu presente, mas o medo de falhar não pode nem entrará na equação. Só há uma via, ir em frente sem medo e com uma grande determinação de ser alguém, mais do que somente aquela portuguesa que veio de Inov para a China e ficou à margem de tudo (profissionalmente falando) o que a rodeava porque se decidiu meter à margem.

Hoje é diferente, quero que este barco seja também meu, quero remá-lo e direccioná-lo, que margem de manobra não me falte para isso.

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Portugueses pelo mundo

por mandarina, em 08.12.12

Deixo-vos aqui um relato de um amigo português que tem a sorte (e mérito, claro) de viver em Hong Kong. Quase na íntegra faço minhas as suas palavras, partilhamos, enquanto portugueses expatriados, o mesmo desejo de viver num sítio que nos ofereça uma vida melhor, de descobrir novas culturas, de aproveitar as oportunidades profissionais que surgem fora do país, ainda que o pensamento, esse, continue com Portugal, no desejo de um dia mais tarde ter oportunidade de voltar para perto dos nossos amigos e familiares, e eu acrescentaria, para bem perto das nossas raízes.

 

A ouvir aqui.

 

E o engrançado é que tínhamos falado disto, dum potencial relato para este programa, aquando da minha estadia em Hong Kong. Tem piada.

 

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inho isto inho aquilo

por mandarina, em 26.11.12

Não é queridinho, nem fofinho, ou se calhar até é não sei. Isto porque nunca estive no Brasil, mas gostava, caramba umas férias naquelas praias divinais agora íam bem a calhar que aqui tá um frio dos diabos.

Mas este post é a propósito de uma curiosidade linguística que desconhecia, já se sabe que o português do Brasil (e não brasileiro) e o português de Portugal são bem diferentes, ainda que não tanto como alguns dialectos chineses que não se assemelham nada (nem um corno) ao mandarim. Mas, e isto porque eu uso nas minhas aulas um livro de uma professora Yuan Aiping, que certamente vive ou viveu no Brasil, e que, por isso, escreve o seu livro seguindo a variante Português do Brasil foi aí que começaram as descobertas.

 

Agora a preparar as aulas, deparei-me com isto "minutinho", "momentinho", "instantinho". Agora percebo a professora chinesa que fala abrasileirado estar sempre a dizer "um momentinho". Bem nós abusamos imenso do "bocadinho" mas curioso estes não nos lembrámos nós. Nem um pouquinho lol.

 

No livro ainda consta coisas engrançadas como legal; ônibus; suco e por aí além.

Único problema é que estas diferenças fazem um pequeno nó na cabeça dos alunos, que ficam sempre ali no meio sem saber bem como se diz. Principalmente porque em Portugal para tudo usamos os artigos definidos "o, os, a, as" e no Brasil, ao falar, omitem estes artigos, mas que a mim me soa mal, porque ouvir dizer "Joana foi ao banco" e eu sempre a corrigir "A Joana foi ao banco", "Pedro está com frio" e eu "O Pedro está com frio" e N outras situações. Não é a querer passar por cima do português do Brasil mas é dificil chegar-se a um consenso entre o que se usa e sempre se usou e o que os outros usam. Puxa vida, não é fácil ensinar o meio termo.

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Puxa saco

por mandarina, em 23.11.12

É o que os meus alunos são. Esta semana andei doida a fazer testes intercalares para os meus 130 alunos das 3 turmas do 1º ano. É que ouvir em 90 minutos 40 alunos a apresentarem-se e a dizerem sempre a mesma coisa cansa para caraças, o teste consistia em apresentarem-se, nome, idade, profissão, curso, gostos, discrição física, psicológica, e razão porque estudam português. A parte mais cómica foi ouvi-los dizer que eram gordas, garotas normalíssimas, gordas é que não eram, que eram bonitas, modéstia mesmo posta à parte, hihi.

 

Mas o melhor ainda foi a parte puxa saco quando diziam "estudo português porque gosto muito da minha professora de português, ela é muito bonita e chama-se A*******". Outra, "estudo português porque tenho duas professoras muito simpáticas, chamadas A***** e S*****". Deve ser mesmo isso, devem estudar mesmo português para contemplar as nossas carinhas larocas ocidentais.

 

Fiquei mesmo por aqui de apresentações, para o final já não podia ouvir mais "eu chamo-me bla bla bla, tenho bla anos, estudo português no instituto superior bla bla bla, gosto de bla bla bla" etc, é que tudo já me soava a repetido, infinitamente igual. Mas bom, exames orais são exames orais, não há volta a dar-lhe. E eu ainda inventei de os pôr a fazer exame escrito para não perturbarem as apresentações dos colegas seguintes, ou seja, trabalho extra para mim, correções da parte escrita, mas era isso ou um circo do tamanho do mundo, que manter aquelas alminhas caladas e sossegadas não é tarefa fácil.

 

O mais importante é que o balanço foi positivo, já sabem (quase) todos apresentar-se como deve ser em bom português :) missão cumprida!

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Assassínio do português

por mandarina, em 16.11.12

Devia ser o que os meus professores de chinês pensavam sempre que eu e os meus colegas falávamos chinês nas aulas, especialmente com os tons que nunca conseguíamos acertar. Neste caso assassínio do chinês.

 

Agora sou eu que tenho de levar com um verdadeiro assassínio do português, desejar não ter que ouvir tanta coisa sem sentido, e aguentar-me à bronca para aguentar tanta matança do português com o atropelo exagerado das palavras, géneros, conjugações, estruturas frásicas, semântica, pronunciação, etc... tudo o que podem assassinar na língua, eles assassinam.

 

Só alguns exemplos,

 

"a casal foram de féria na ilha fazer 7 anos de casamento"---> querendo dizer "o casal foi de férias a uma ilha festejar 7 anos de casamento"

"ela é a precinsa da neve branca e ele é o precinpe" ----> "ela é a princesa da branca de neve e ele é o príncipe"

"eles são medo" ---- "eles têm medo", "ela está de triste" ----> "ela está triste"

(...)

 

Eu bem que os corrijo mas os erros batem sempre nas mesmas teclas, porque pensar, isso, custa muito. Coisa para lhes provocar dor de cabeça.

É claro que tenho a noção que todos erramos quando falamos uma língua que não a nossa, mas a questão é que eu tenho a sensação que eles usam as palavras à toa, porque, na maioria das vezes, não se entende nada do que dizem, é pior que descodificar código morse.

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A princesa e o sapo

por mandarina, em 09.11.12

Foi assim que acabei as aulas esta semana, a ver este filme de animação da Disney, e só porque era sexta-feira das 16h às 18h e porque o áudio do filme era em português e aquelas manhosas do 2.º ano me convenceram a não dar aula e vermos este filme. Diga-se de passagem que me soube mesmo bem, ainda porque o filme estava brilhantemente interpretado para português com pormenores linguísticos muito bons que tenho a certeza que eles não perceberam, mas eu adorei os trocadilhos, e as piadas que só quem é português consegue perceber.

 

Além disso, de vez em quando temos de deixar cair a capa de professora séria e profissional e juntarmo-nos aos alunos e desfrutar de umas boas duas horas de filme, em português claro, de outro modo nem pensar nisso.

 

Dia comprido, semana mais comprida ainda, com frio e muita chuva, não dá apetite nenhum de ir para a escola e aquelas salas frias, vai valendo que eu ando sempre de um lado para o outro e falar, e a escrever, e a chatear-me às vezes. Hoje o dia começou com algumas chatices. Tou a encontrar alguma resistência com os alunos de uma das turmas do 2.º ano, ou porque dizem que falo muito rápido, ou porque falo como dizem "difícil" ou porque não querem trabalhar. Pois então agora é sempre puxão de orelhas atrás de puxão de orelhas, e muito me custa ter de adoptar esta postura de durona, mas se assim não for levam tudo para a brincadeira, é que fazê-los perceber que há que saber diferenciar o tempo de brincar do tempo de levar as coisas a sério. 

 

Aqueles vão ser ossos duros de roer, e eu simplesmente ainda estou para perceber se os enfrente ou entregue os pontos para não arranjar cabelos brancos cedo demais.

 

Bom seria se a vida fosse um conto de fadas como este filme "a princesa e o sapo".

 

 

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Respeitada

por mandarina, em 25.10.12

À pergunta que tipo de professora quero ser? idolatrada, venerada, temida, aplaudida, dura, mole, a que berra, a que sorri, a que passa paninhos quentes, a que repreende a toda a hora, a que se diverte a ensinar. Sim, um pouco de tudo. Mas mais importante do que todas estas variáveis, é simples: respeitada. É quanto me baste. Quer seja por miúdos quer graúdos, que tempo para sorrir, para brincar, para repreender e ser severa há sempre, em dose q.b para atingir o equilíbrio. Não tenho perfil para ser a professora que entra sisuda e saí azeda. Prefiro ser a que entra bem-disposta e a que, se pelo meio, se chateia um pouco lá teve as suas razões, mas no final, depois de acertadas as contas, lá saí airosa e bem dispostinha para mais uma aula das boas.

 

Respeitada, sim sem dúvida, essa é exactamente a resposta, é o tipo de professora que quero ser, o resto é conversa.

O respeito para com o seu professor é provavelmente a maior virtude do estudante, e o respeito que me cada um deles me deve é o que eu espero deles sem excepção.

Para o resto, para a brincadeira, farra, conversas, amizade, também cá estou para isso, mas sem respeito não.

 

Até hoje tenho tido uma muito boa experiência com todos os meus alunos. Um ou outro é mais preguiçoso ou distraído, e quando assim é, uma chamada de atenção mais ríspida e/ou "gozar" com eles coloca-os logo no sítio. Se têm medo de mim, pois não sei, não quero que tenham, não é o tipo de professora que quero ser, agora que me respeitam sim. E ai de quem pisar o risco.

 

Graxistas, também não aprecio, felizmente não pareço ter disso felizmente. Sempre fiz questão de me afirmar pelas minhas capacidades intelectuais e não pela capacidade de "lamber botas". Comigo essa estratégia não funcionará pelo que bem podem ir dar uma voltinha todos os graxistas do mundo e arredores.

 

Respeito, acima de tudo é o que, sem ter de o mencionar, lhes peço, aliás não peço, exijo. A partir daí o resto fruirá naturalmente :)

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A mil à hora

por mandarina, em 20.10.12

Foi como andei esta semana, e cheira-me que vai ser assim até ao final do ano lectivo.

Mas o pior ainda foram as chatices que tive esta semana. Por norma, é característico dos patrões serem uns grandes filhos da p*ta, pois os meus não são excepção, pelo que não me queriam pagar o que deviam e pensavam que a coisa ficava por ali, eu comia e calava. Pois meteram-se foi com a pessoa errada, que não sou de levar com injustiças e calar-me. Meti as mãos ao trabalho e lá fui desencadear uma mini, mas poderosa tempestade no gabinete da idiota responsável pela contratação e tudo o que tenha a ver com os profes estrangeiros.

Chateei-me a sério, mas a sério mesmo, e sinceramente ninguém me quer ver chateada, porque viro uma onça. Conclusão: o erro foi retificado, e agora anda muito simpática e atenciosa comigo, porque, apesar de ser idiota, lá conseguiu admitir que o erro era dela, logo ela que o desfizesse perante o patrão dela. Que foi o que aconteceu. E sinceramente, acho que dou uma bela advogada de defesa, que isto dos chineses voltarem atrás para o que quer que seja é tão raro como ver um eclipse solar.

 

Mas bom passada esta chatice que acabou por ser uma boa ocasião para a suposta boss ver com quem tem de lidar e aprender a ter muito cuidadinho no futuro com as burrices e/ou trapalhices dela, que se as quer fazer, que as faça bem, não a dar-me todas as provas do quão mal faz as merdas. Mas bom lá enfiou o rabinho entre as pernas e espero que fique durante muito tempo.

 

Mas a semana tem sido positiva, ao que parece a incompetente da assistente do jardim-escola vai ser recambiada para outro lado, não sei se despedida, mas lá que deveria ser, temos pena mas devia. A tipa é lerda, não tem jeito nenhum para as crianças, fala-me rispidamente, que se não fosse eu uma pessoa educada tinha de me chatear e a Victoria (boss) não consegue comunicar com ela. Logo ninguém consegue, até com os pais a queixarem-se.

 

Entretanto hoje já tive aula de chinês com uma aluna de 3ºano de português. Correu bem, a ver daqui para a frente.

 

E aqui fica a foto de algumas das minhas super queridas alunas do 2.º ano que cá vieram a casa no passado domingo.

 

 

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Férias de Outono

por mandarina, em 30.09.12

Esta semana digamos que foi, por assim dizer, intensa, e estava difícil chegar ao fim, ontem, na segunda e última aula da semana, começou-me a falhar a voz que, a brincar a brincar, passei uma semana a esforçar a voz. Isto porque ter aulas com salas à pinha, 40 alunos ou mais e fazer por me ouvir é dose. Mas o balanço é super positivo, talvez não para as minhas cordas vocais, mas certamente pelo bom feedback que tenho recebido dos alunos.

 

Não vou dizer que é fácil manter 40 alminhas concentradas por 1h30, mas, no geral, tenho conseguido mantê-los com a cabeça na aula e não nas nuvens.

 

Os do 2.º ano, esses penso que serão o meu grande desafio, isto porque dizem que não entendem quando falo, mesmo coisas simples, isto porque tenho um sotaque muito diferente da outra colega portuguesa que já os acompanha desde o 1.ºano. Disse-lhes, tal como ela, que é normal termos sotaques diferentes visto eu ser da zona Centro e ela da zona Norte, tal como Pequim e Shanghai têm sotaques diferentes, nós também.

 

Penso ser uma questão de tempo até os ouvidos deles se acostumarem ao meu sotaque, que entre as 4 professoras, é, sem dúvida alguma, o mais fechado de todos. O brasileiro abertíssimo, o angolano mais suave também, e o do Norte menos cerrado que o meu, mas bom não há-de ser nada.

 

Agora é tempo de descansar a voz, preparar as aulas, pelo meio ir a Hong Kong e Macau tratar das formalidades, mudar o voo de regresso para Portugal, estar com os amigos e conciliar o sono.

 

Quanto às aulas de chinês oferecidas pela escola parece que começam a sério depois das férias, e as aulas privadas de chinês (em casa) serão uma espécie de intercâmbio com uma aluna do 3.º ano, que não é minha aluna, e que me ajudará com o chinês e eu ajudá-la-ei com o português. Uma mão lava a outra.

 

Por agora e como não páro de receber mensagens dos alunos pelo telemóvel e via QQ (MSN chinês) desejo a todos um 中秋节快乐 (Feliz Festival de Outono) 

 

 

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